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    voltar   Vivenciando o Desenvolvimento de Produtos

                                                                                                                        

    OBJETIVOS

    Apresentar uma visão holística do processo de desenvolvimento de produtos demonstrando a aplicação e integração de filosofias (Engenharia Simultânea, Tecnologia de Grupo, etc...), metodologias (Análise de Valores, QFD, DFMA, FMEA, etc...) e sistemas computacionais (workgroup computing, PDM, CAD, CAE, CAM, CAPP, etc...).
     

    PÚBLICO ALVO

    Gerentes de engenharia e desenvolvimento de produtos, engenheiros projetistas e processistas, além de qualquer pessoa interessada no processo de desenvolvimento de produtos.
     

    METODOLOGIA DE ENSINO

    Procurando-se suprir a carência existente na formação de profissionais com as habilidades necessárias, na área de desenvolvimento de produtos, desenvolveu-se na Fábrica Integrada Modelo (FIM) uma nova proposta de ensino. A FIM é um ambiente de manufatura próximo do real construído com base em um modelo de referência para o processo de desenvolvimento de produtos.

    Em turmas de 6 alunos, os participantes acompanham o desenvolvimento de um redutor de velocidades, desde o surgimento da idéia até sua homologação, seguindo script. Durante o desenvolvimento os alunos assistem a apresentações e demonstrações de filosofias, metodologias e sistemas computacionais. Além disso, assumem papéis do organograma da FIM para realização de atividades que utilizam novas abordagens de ensino, como, por exemplo dinâmicas de grupo. Essas atividades objetivam melhorar o grau de absorção dos conhecimentos pelas pessoas.

     

Introdução
Apresentação da Fábrica Integrada Modelo
Modelo de referência para o processo de desenvolvimento de produtos (DP) - Engenharia Simultânea; QS-9000
Discussão de problemas comuns no DP (árvore de disfunções)

 

Questões
Apresentação de questões atuais sobre o DP
Apresentação do script de DP


    Concepção

Conhecimentos apresentados: conferência eletrônica, workgroup computing, engenharia/análise de valor, análise de atratividade, ranking de idéias, diretrizes de produto, equipe multifuncional, liderança no DP, cronograma de DP, PDT-Product Development Team

 

Conceituação I
Conhecimentos apresentados: cronograma de DP, Empowerment, levantamento de requisitos de mercado, QFD-Quality Function Deployment, Produto Modular, BOM-Bill of Materials, classificação e codificação de produtos, Tecnologia de Grupo, recuperação por atributo de peças, peças paramétricas, CAD-Computer Aided Design,CAPP-Computer Aided Process Planing.
Conceituação II
Conhecimentos apresentados: CAPP variante, interativo e automático, Make or Buy, contrato de intenção de fornecimento, costing roll-up, ciclo de vida, break even point, pay back, return of investiment, fluxo de processo.

 

Projeto I
Conhecimentos apresentados: classificação e codificação de produtos, BOM - Bill of Materials, tecnologia de Grupo, DFMA - Design for Manufacturing and Assembly, workflow, EDM - Engineering Data Management, PDM-Product Data Management, CAD, CAE - Computer Aided Engineering.
Projeto II
Conhecimentos apresentados: Mock-up Eletrônico, prototipagem rápida, cadeia dimensional, compra de commodites, hierarquização de fornecimento, Global Sourcing, PDM, CAPP
Projeto III
Conhecimentos apresentados: CAM-Computer Aided Manufacturing, programação CNC (Comando Numérico Computadorizado), gerenciamento de recursos críticos, FMEA-Failure Mode and Effect Analisys, Plano de Controle.


  Homologação

Conhecimentos Apresentados: Gerenciamento de ações corretivas, cálculo de Rr, Cp e Cpk, PPAP - Processo de Aprovação de Peças de Produção.

     

    voltar   Curso de Programação de Processos de Fabricação                                                           

     

    OBJETIVOS

    • Proporcionar conhecimentos básicos sobre como programar com segurança diferentes sistemas CNC;
    • Conciliar a teoria com a pratica em diferentes máquinas presentes no laboratório do grupo OPF(Otimização de Processos de Fabricação), localizado no NUMA: torno didático, torno INDEX GU600, centro de usinagem horizontal VARGA MFH40 e retificadora  cilíndrica ZEMA CNC 800;

     

    PÚBLICO ALVO

    O curso se dirige a profissionais que atuam em áreas ligadas aos processos de usinagem como torneamento, fresamento, retificação, e que ainda desejam um maior contato com a programação e operação nas máquinas CNC: estudantes formados ou em fase de conclusão de 2 grau técnico profissionalizantes ou equivalente em mecânica, estudantes (ou formados ) em engenharia mecânica, e profissionais de áreas relacionadas.

     

    METODOLOGIA DE ENSINO

    • Aulas teóricas com apoio de recursos áudio-visuais e material didático para a elaboração de programas e exercícios em máquinas ;
    • Duração: 28 horas/aula, aos sábados, das 8:00 ás 12:00;

 

    DATA: 31 de agosto de 1998 das 9:30h às 18:00h
    LOCAL: Anfiteatro I da EESC-USP, São Carlos, São Paulo, Brasil
     

    Brasil deve se consolidar, nos próximos anos, como um dos mais importantes fabricantes mundiais de veículos automotores.

    Este fato resultará, certamente, em desdobramentos para a Engenharia do país. Algumas tendências podem ser delimitadas quando respostas são buscadas para as seguintes questões:

  • A única vantagem focada pelas montadoras instaladas no Brasil está na etapa de fabricação?
  • Que importância terão as áreas de engenharia de produto e do processo?
  • Estas áreas ficarão somente coma aplicação de projetos e métodos especificados no exterior, adaptando-os para a realidade local?
  • Com a globalização e o avanço das tecnologias de comunicação, quais serão as oportunidades das empresas instaladas no Brasil participarem do desenvolvimento de produtos mundiais?

     


 

voltar   Curso "Visão Integrada da Gestão da Produção"

 

  1. Objetivo:
  2. Mostrar de forma geral o que é o Processo de Negócio de Gestão da Produção. Para isso é importante relatar quais as principais atividades que o compõem, quais os principais conceitos que suportam suas atividades, bem como a importância em se ter uma visão integrada da Gestão da Produção e da Empresa como um todo. Nesse último aspecto será abordado ainda a importância dos sistemas ERP - Enterprise Resource Planning como sendo a espinha dorsal para a Integração da Empresa.

     

  3. Ementa:
  4. 1. O que é o NUMA e qual nosso objetivo

    2. A importância da Integração para a competitividade das organização

    2.1. Porque ter uma empresa Integrada?

    2.2. A visão atual de Integração

    3. O que são processos de negócios e como eles ajudam na Integração da Empresa

    3.1. Conceito de Processo de Negócio

    3.2. Modelagem de Processo de Negócios

    4. A importância do Processo de Negócio de Gestão da Produção

    5. Um modelo de referência para o Processos de Gestão da Produção

    5.1. A importância do Planejamento Estratégico como definições para a Produção

    5.2. Gestão de Demanda

    5.3. Plano Agregado de Vendas e de Produção

    5.4. Plano Agregado de Capacidade (RRP - Resources Requirements Planning)

    5.5. Programa Mestre da Produção

    5.6. Planejamento de Capacidade (RCCP - Rough Cut Capacity Planning)

    5.7. Planejamento de Materiais

    5.8. Programação e Controle da Produção

    6. Alguns conhecimentos associados à Gestão da Produção

    6.1. Conceitos tradicionais de Gestão da Produção

    6.2. Just-in-Time

    6.3. Theory of Constraints

    7. Enterprise Resource Planning - sistemas que suportam a Gestão Integrada da Produção

    7.1. Implantação dos Sistemas ERP

    7.2. As grandes vantagens um sistema ERP traz para a Empresa

     

  5. METODOLOGIA DE ENSINO
  6. Para o aplicação da parte conceitual do curso é utilizada uma metodologia de ensino dinâmica, baseada na cognição, onde exige-se uma participação efetiva dos alunos na buscas das definições do conhecimento transmitidos.

  7. PROFESSORES
  8. Prof. Dr. Carlos Frederico Bremer

    Eng. Rogério de Paula Lenza

  9. OBSERVAÇÃO

          Esse curso pode ser dado in company.

     

     


     

    voltar   Congresso Anual do NUMA:

     

    O objetivo deste evento é fazer uma síntese dos novos desenvolvimentos que se delineam para os próximos anos na área de Manufatura. O seu conteúdo será um pré-lançamento do Livro "A Fabrica do Futuro" a ser distribuído em Dezembro de 2000. Pretende-se analisar a realidade existente em muitas empresas e apresentar as tendências que se concretizam e serão realidade e fator de competitividade em pouco tempo. O foco será nas empresas de manufatura contínua, devido à formação e experiência dos palestrantes. Alguns conceitos todavia são mais gerais e podem ser aplicados em diversos tipos de empresas.

    Data: 17 e 18 de Outubro/2000

    Local: Anfiteatro 1 EESC- São Carlos

    Horário: das 9 às 17:30 HS


voltar Entra em operação a Fábrica do Futuro

Objetivo do projeto acadêmico é mudar a mentalidade estanque dos formandos para uma visão sistêmica, superando as limitações profissionais de hoje

Edson Álvares da Costa de São Carlos

 O diretor comercial Salim Barganha está no Japão e acaba de detectar uma oportunidade de negócio: fornecer a um cliente japonês uma nova família de redutores. Ao chegar no hotel, tarde da noite, pluga seu “note book”na tomada e, por videoconferência., pede à diretora de marketing da companhia no Brasil, Marta Marquete, uma “análise de atratividade” do novo produto, antes da próxima reunião de diretoria, dali a quatro dias, da qual ele participará. Marquete distribui imediatamente através do correio eletrônico da empresa  a solicitação de Barganha aos funcionários qualificados para tal função, que que rapidamente iniciam as análises qualitativas para saber se a necessidade do cliente está em consonância com a estratégia da companhia. Para tanto, essas pessoas conversam utilizando recursos de “work group computer”. E chegam à conclusão que “sim”, o produto, em princípio, é atrativo.
 Quatro dias depois, o presidente da companhia, Li Tomakoka, coordena a reunião, da qual participam Roberto Factori, diretor industrial, Armando Capital, financeiro, Celso Desenvolvo, de engenharia, e Manuel Pessoa, de recursos humanos, além de Barganha e Marquete. A reunião aprova o início do desenvolvimento do produto e convoca Luiza Daliga, coordenadora da área, que dá andamento ao projeto.
 As cenas acima e as outras que complementam a estória, bem como os 37 cargos do organograma da companhia e a própria empresa, são fictícias. Mas foram vivenciadas recentemente num curso de 35 horas, durante uma semana, por um grupo de alunos de Engenharia de Produção na FIM – Fábrica Integrada Modelo, no câmpus da Universidade de São Paulo ( USP ) em São Carlos, no interior paulista. E devem se repetir a partir de agora não somente com alunos, mas com empresários e funcionários em busca de novos conceitos de manufatura e desenvolvimento de produtos e melhores índices de produtividade e competitividade para enfrentar a globalização da economia.
 A fábrica não é tão fictícia assim – é capaz de desenvolver produtos utilizando  os mais avançados programas e conceitos de manufatura. Fica num prédio de 600 metros quadrados no câmpus, com  área de escritório com 80 computadores, simulando os departamentos de uma empresa real, e chão-de-fábrica com duas células flexíveis de fabricação, equipadas com máquinas, equipamentos e dois robôs. Produz, experimentalmente, “porta-trecos” feitos a partir de barras de alumínio e peças para redutores de velocidade.
 A FIM, que recebeu investimentos de R$ 5 milhões, incluindo doações de máquinas e equipamentos, é a “menina dos olhos” do Núcleo de Manufatura Avançada (Numa), que será inaugurado hoje em São Carlos, com a presença confirmada de 150 empresários e executivos. Trata-se de um núcleo de excelência formado por onze grupos de pesquisadores da USP, da Universidade de Campinas (Unicamp), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), que visa criar soluções avançadas em manufatura e aumentar a competitividade da indústria nacional.

De olho na
tecnologia,
companhias
como a IBM
entraram como
parceiras

 “Fiquei surpreso com o curso, pois não temos nada parecido na graduação. Na verdade, nem sabíamos da existência de alguns conceitos e nem tínhamos uma idéia global de como funcionava uma empresa”, disse Giuliano Cardozo Medalha, do quarto ano de Engenharia Mecânica da USP de São Carlos.
 “A experiência das reuniões de diretoria e do pessoal de projeto foram fantásticas”, emendou seu colega de classe Alex Gil Sanches.
 O professor Henrique Rozenfeld autor do script e coordenador do Numa, espera formar a partir do núcleo um novo profissional, que ele chama “arquiteto de integração”. “Esse novo profissional precisa ter uma visão holística da empresa. Assim, conseguiremos superar uma limitação do País, que hoje forma especialistas técnicos, sem uma visão de negócios, ou forma generalistas, com limitação ou conhecimentos técnicos”, disse Rozenfeld.
 O professor, que fez doutorado na Universidade de Aachen, na Alemanha, disse que a meta do núcleo é realizar pesquisas e manufatura utilizando ao máximo a tecnologia de informação como ferramenta, unindo, assim, a pesquisa e desenvolvimento à formação e qualificação pessoal.
 O Numa foi finalizado no último ano com recursos de R$ 1,2 milhão do Ministério da Ciência e Tecnologia. Seu embrião foi um laboratório CAD/CAM criado no final da última década, na Escola de Engenharia da USP de São Carlos. Como resultado de pesquisas feitas pelos grupos que compõem  o Numa – das áreas de engenharia mecânica e de produção e informática - , já surgiram três empresas no Parque de Alta Tecnologia de São Carlos. São elas a Optimal, que fornece soluções específicas em planejamento de produção; a Sensis, que desenvolveu um sistema que controla e reajusta máquinas através de som que elas emitem, usado pela TRW; e a KSR, que desenvolveu um sistema de planejamento de processos hoje utilizado por empresas como Volkswagem, Cummins, NEC, Cofap, Metal Leve, Usiminas e TRW.
 De olho nessa tecnologia que nasce em São Carlos, companhias como a IBM, Siemens, HP, Oracle, e SAP, entre outras, participam como parceiras do núcleo a ser inaugurado hoje. O Numa promete ser uma vitrine de alta tecnologia para outras empresas. Outros cursos que simulam situações reais de uma empresa já estão sendo criados para serem encenados na fábrica modelo. O professor avisa: os empresários e funcionários que desejarem participar terem de colocar o jaleco especialmente encomendado pela fábrica e usa o crachá, com os nomes e as caricaturas dos personagens fictícios, uma contribuição da Escola de Arquitetura da USP local.

SEXTA-FEIRA,  31 DE OUTUBRO, E FIM DE SEMANA, 1º E 2 DE NOVEMBRO DE 1997 – GAZETA MERCANTIL


voltar Universidade amplia acesso a informações




voltar Fábrica universitária produz arquitetos de integração

Liana John

Uma fábrica simulada está produzindo a matéria-prima mais necessária aos processos industriais brasileiros: mão-de-obra superqualificada. A fábrica integrada fica no campus São Carlos da Universidade de São Paulo, USP, no interior do estado. Foi construída com recursos de várias instituições de amparo à pesquisa – Fapesp, Finep e BID – e seus alunos, mestrandos e doutorandos são mantidos com dinheiro de bolsas RAI. Até o ano passado, a fábrica fez demonstrações de processos integrados para cerca de 300 visitantes e dela já nasceram 3 empresas satélite de consultoria, instaladas no pólo de alta tecnologia de São Carlos.

A fábrica tem instalações industriais de verdade: robôs, máquinas, muitos computadores e, principalmente, pessoas
para imaginar e executar processos integrados de produção, do princípio ao fim. "Trabalhamos, ao mesmo tempo,
com estruturas, pessoas, tecnologia, sistemas de informação, produzindo uma visão integrada dos processos industriais, que falta à empresa brasileira", explica o coordenador do projeto, Henrique Rozenfeld. "Utilizamos técnicas de qualidade total em todas as fases e nossos arquitetos de integração dão a liga necessária para montar
empresas eficientes". A diferença com fábricas de verdade é que alguns processos são parcialmente simulados, por
isso nem sempre se tem um produto concreto no final da linha. "Custaria muito caro ter os equipamentos
especializados", explica Rozenfeld. Eles têm entre seus produtos, por exemplo, um redutor, semelhante aos usados
em câmbios de automóveis ou outras máquinas com engrenagens. Algumas partes do redutor existem de fato, mas
outras estão apenas nas telas dos computadores. "Produto de fato, para o cliente levar para casa, temos só um porta treco, desses para pôr clips e canetas em mesa de trabalho: nós discutimos o conceito com o "cliente" visitante, desenvolvemos o produto, fabricamos e ele vai para casa com um porta treco de alumínio", acrescenta. Os alunos e profissionais que participam da fabricação ficam com o conhecimento.

Desde o início de 1996, porém, as portas da fábrica integrada estão fechadas para visitantes, para ampliação. Com
recursos da Comunidade Européia, BID e das instituições financiadoras brasileiras, ela deverá reabrir as portas em
novembro, com nova área, formas organizacionais melhores e equipamentos que a qualificam como uma empresa
global virtual, com possibilidades de desenvolver projetos conjuntos com outros países, via Internet, a exemplo do que
já fazem as multinacionais, com suas equipes internacionais conectadas via rede. Ao todo, são 10 profissionais e 20
mestrandos e doutorandos trabalhando nessa nova fase. Eles podem ser contatados via correio eletrônico através do coordenador Henrique Rozenfeld no rozenfel@vmcisc.cisc.sc.usp.br. A homepage deles também está em
construção e deverá ir ao ar na inauguração da nova unidade.

6 DE AGOSTO 1997 - AGESTADO
 


voltar Desenvolvimento de Produtos na Fábrica Integrada Modelo

A Fábrica Integrada Modelo (FIM) é um ambiente de manufatura próximo do real que faz parte do Núcleo de Manufatura Avançada (NUMA). A FIM é utilizada pelos pesquisadores do NUMA para testar soluções comerciais e em desenvolvimento, desenvolver pesquisas, e ensinar os conhecimentos envolvidos na Integração da Manufatura. Na FIM pode-se vivenciar a aplicação de novos conceitos, filosofias, técnicas, métodos, ferramentas, equipamentos e soluções de manufatura avançada, apresentando os resultados comuns de todos os grupos de pesquisa do NUMA.
Os equipamentos da FIM estão distribuídos em uma área de escritórios, que simulam departamentos de uma empresa “real”, e  um chão-de-fábrica com 2 células flexíveis de fabricação. Uma célula de peças prismáticas e outra de peças rotacionais, com 5 máquinas CNC e 2 robôs.
Na FIM há também um organograma com pessoas fictícias, personagens dentro de um contexto de uma empresa “real”, alocados em seus respectivos departamentos. A partir de modelos de referência são montados cenários de integração para um produto exemplo, visando um cliente. Nestes cenários são simuladas situações reais de uma empresa, onde o aluno e/ou visitante pode assumir o papel de um dos personagens da FIM.
É dentro deste ambiente que acontece o curso “Vivenciando o Desenvolvimento de Produto”. O cenário da Engenharia Integrada da FIM (que engloba o Business Process Desenvolvimento de Produto) é a infra-estrutura deste curso que apresenta uma visão holística do processo de desenvolvimento, demonstrando a aplicação e integração de filosofias (Engenharia Simultânea, Tecnologia de Grupo, etc...), metodologias (Análise de Valores, QFD, DFMA, FMEA, etc...) e sistemas computacionais (workgroup computing, PDM, CAD, CAE, CAM, CAPP, etc...).
O curso é direcionado para gerentes de engenharia e desenvolvimento de produtos, engenheiros projetistas e processistas, e pessoas interessadas no processo de desenvolvimento de produtos. Em turmas de 6 alunos, os participantes assumem papéis de personagens da FIM e acompanham o desenvolvimento de um redutor de velocidades, desde o surgimento da  idéia até sua homologação, seguindo um script. Durante o processo de desenvolvimento do redutor, assistem apresentações e exemplos de aplicação de filosofias, metodologias e sistemas computacionais.
A carga horária do curso é de 40 horas divididas em cinco dias da semana. O próximo está programado para o período de 30/03/98 a 03/04/98. O NUMA esta a disposição para formação de novas turmas ou programas especiais de treinamento dirigidos às necessidades específicas de empresas.

Abril/Maio/Junho - 1998 - CADWare
 


voltar Sistemas Integrados - http://www.agestado.com.br/cet/sites/sites.htm

 

O Núcleo de Manufatura Avançada, NUMA, tem um novo site na Internet, obrigatório para engenheiros e empresários interessados em trabalhar com os sistemas industriais mais atualizados, em termos de automação e gestão integrada. O NUMA nasceu da Fábrica Integrada Modelo, montada dentro da Universidade de São Paulo (USP), Campus de São Carlos, no interior paulista. Trabalha com sistemas integrados, desenho e desenvolvimento de produtos, intranets, reuniões virtuais e até empresas virtuais. Para aqueles que não tem a menor idéia do significado de todos estes termos, o NUMA também tem uma B-A-Bá, sob o título "Atualize seus conhecimentos". Vale conhecer.

25 de Fevereiro de 1999
 
   
 

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30/10/02